MONTE ALEGRE DO SUL, SP

CONDOMINIO ORYPABA

Casa em condomínio alto padrão c/ 04 suítes, sendo 01 master piso superior c/ closet, sacada ,linda vista,Sala 2 ambientes, jantar c/ lavabo , estar c/lareira, escada em granito, cozinha planejada, la...

MONTE ALEGRE DO SUL, SP

BAIRRO MOENDA

CHÁCARA MARAVILHOSA EM LOCAL TRANQUILO COM 2 CASAS SENDO UMA CASA COM 3 DORM,WC,SALA,COZINHA, E OUTRA NOS FUNDOS COM 2 DORM,WC,COZINHA,COM ÁREA DE LAZER MESA DE SINUCA,FOGÃO DE LENHA,2 GALINHEIROS,POM...

AMPARO, SP

CENTRO

Ótimo apartamento 2 dormitórios sendo 1 suíte sala 2 ambientes,cozinha com armários ,banheiro social,área de serviço,varanda com vista do centro,área de lazer com sala de jogos e churrasqueira.

IMÓVEIS PARA VENDA EM DESTAQUE

Cód: 480

Casa - Locação

JARDIM ITALIA, AMPARO-SP

3 Quarto(s)

Locação:$1,320.00

Ótima casa, localizada em bairro tranquilo, contendo 3 dormitórios, sala, cozinha, banheiro social e garagem para 2 carros.

Cód: 122

Terreno - Venda

JARDIM MODELO, AMPARO-SP

Grande oportunidade lotes residenciais para venda 20% entrada e restante em até 120 meses direto com a incorporadora lotes a partir de 140 metros² ou a vista com desconto 5%

Cód: 478

Casa - Venda

JARDIM CAMANDUCAIA, AMPARO-SP

2 Quarto(s)

$230,000.00

Ótima casa localizada em um bairro tranquilo, com 2 dormitórios, sala, cozinha, banheiro, quintal pequeno, garagem para 2 veículos.

Cód: 479

Casa Térrea - Venda

CENTRO, AMPARO-SP

4 Sala(s) | 8 Quarto(s) | 2 Suíte(s)

$1,600,000.00

Excelente imóvel Localização privilegiada no centro da cidade podendo ser comercial ou residencial várias salas escritório adega cozinha lavanderia piscina sauna churrasqueira jardim

Cód: 477

Chácara - Venda

JARDIM BEATRIZ II, PINHALZINHO-SP

3 Quarto(s) | 3 Suíte(s)

$1,200,000.00

Ótima chácara, com 7 km de distância do centro da cidade. Contendo: Parte de baixo: Hall 01 lavabo 01 sala 01 corredor que da para piscina 02 quartos com suítes 01 sala de jantar 01 cozinha Parte de cima: 01 sala TV 01 cômodo livre 01 quarto com suite, 01 closet pequeno 01 quarto casal , 01 closet e 01 suíte 01 lavabo 01 escritório Quintal grande com piscina.

Cód: 476

Chácara - Venda

PARQUE DO SOL, AMPARO-SP

2 Quarto(s)

$480,000.00

Ótima chácara com 2 dormitórios, sala, cozinha americana, banheiro social, dispensa, espaço gourmet, lavanderia, escritório com banheiro,, garagem para 4 veículos 2 cobertos e 2 não cobertos, piscina com deck e pergolado.

Cód: 440

Terreno - Venda

PANORAMA TROPICAL, AMPARO-SP

$150,000.00

Ótimos terrenos 500 metros ² leve aclive próximo da ciclovia bairro tranquilo com guia e asfalto novo 15,50 frente X 35,00 de um lado e 31,00 do outro lado e 15,50 de fundos

Cód: 376

Casa Térrea - Venda

CENTRO, AMPARO-SP

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)

$750,000.00

Excelente Casa área central 03 dormitórios,03 banheiros,sala 02 ambientes,cozinha grande com armários,quintal grande com edicula,área de serviço,lavanderia,suíte,garagem,toda plana,ótima localização. Aceita troca com imóvel de menor valor.

Cód: 61

Chácara - Venda

BAIRRO PONTE PRETA, MONTE ALEGRE DO SUL-SP

2 Quarto(s)

$900,000.00

´Linda Chácara área de 5 mil metros ² casa com 2 dormitórios sala,cozinha,banheiro,área para churrasco ,piscina com vestiário,campo de futebol,toda gramada com horta,pomar agua de nascente,depósito de água com reservatório de 11 mil litros

Cód: 449

Chácara - Venda

JARDIM CACHOEIRA, AMPARO-SP

$220,000.00

Ótima chácara só terra com uma área de 2.522 metros ² toda plana próxima da cidade . obs vende metade 1.250 metros por R$ 120.000,00

Cód: 64

Chácara - Venda

FLAMBOYANT, AMPARO-SP

2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)

$400,000.00

Ótima chácara

Cód: 475

Casa - Venda

JARDIM SILMARA, AMPARO-SP

2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)

$400,000.00

Ótima casa térrea, com 2 dormitórios sendo 1 suíte, sala, cozinha e banheiro social, garagem pode caber até 3 veículos, lavanderia e quintal com 50m. Bairro tranquilo, casa reformada . Aceita permuta ou veículo.

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Acidente na Replan completa 1 mês e especialista em explosões explica riscos e precauções

Professor de engenharia química da Unicamp lembra que não existe 'risco zero' para novos episódios, mas destaca técnicas e investimentos em segurança. Área da Replan, refinaria da Petrobras em Paulínia, é resfriada após explosão. Reprodução/EPTV Um mês após o acidente que afetou uma das linhas de produção da Refinaria de Paulínia (Replan), a maior da Petrobras no país, ainda são muitas as questões que cercam o acidente ocorrido em 20 de agosto. Para saber sobre os riscos existentes nesse tipo de estrutura e as precauções necessárias, o G1 conversou com uma especialista em explosões. 1 mês: veja o que se sabe e o que falta saber Professor de engenharia química e coordenador do Laboratório de Análise de Risco Industrial e Segurança Ambiental (L4ris4) da Unicamp, Sávio Souza Venâncio Vianna lembra que não existe "risco zero" nesse campo de atuação, e minimiza sobre o temor de novos acidentes na Replan, principalmente para quem mora e trabalha no entorno. "Hoje ninguém está exposto a risco maior do que já esteve", diz. Apesar da repercussão causada pela explosão, e os impactos gerados com a redução da capacidade produtiva da refinaria, Vianna analisa o acidente por uma outro aspecto. "Talvez que o que a gente está discutindo aqui seja um reflexo do investimento que existe em prevenção, e que anos atrás poderia ser pior", defende. "Uma refinaria tem todos os ingredientes para uma tragédia, mas você não vê incidentes o tempo todo", argumenta. Simulando uma explosão: 'Onda de sobrepressão em quatro instantes de tempo numa área de processo' Faculdade de Engenharia Química (FEQ)/Unicamp Simulando uma explosão Segundo o professor, que atua com "simulações de explosões", esse tipo de recurso faz parte dos investimentos em segurança da Petrobras em refinarias como a Replan. São levados em conta, além dos equipamentos e estrutura, cada tipo de material envolvido em uma linha de produção. Gás natural, gasolina, etanol, óleo diesel, cada um tem uma característica e uma capacidade reativa a explosão, o que gera dados e cenários diferentes no trabalho de precaução. "Cada combustível tem uma prioridade diferente, e nós fazemos o estudo de cada um para adequar a análise, ter um estudo mais refinado", explica Tatiele Ferreira, que desenvolveu sua tese de doutorado com o professor Sávio na área. Simulação de explosão em área de processamento químico em um instante de tempo simulado com o software desenvolvido pela FEQ Faculdade de Engenharia Química (FEQ)/Unicamp Sávio e Tatiele trabalham no desenvolvimento de um software 100% nacional, desenvolvido na Unicamp, que realiza essas simulações. "Esse tipo de modelagem que desenvolvemos aqui leva em conta isso. Até por que um acidente numa área que forma gás é diferente que no craqueamento da refinaria." Na avaliação dos profissionais, o trabalho com gases é o mais "perigoso". "Quando acontece um acidente com combustível líquido, ele vai incendiar e formar o que chamamos de 'incêndio em poça'. É 'menos ruim', já que fica confinado, queimando", explica Sávio. Professor Sávio Vianna, da Unicamp, é especialista em explosões Fernando Evans/G1 Riscos variados E os riscos de explosão ou acidentes em uma refinaria não estão relacionados apenas ao material que é refinado. Há muita pressão e outros materiais perigosos envolvidos no processo, como o hidrogênio, "muito mais reativo" que o metano, destaca o professor. Tatiele Ferreira auxiliou no desenvolvimento da ferramenta da Unicamp que simula explosões Fernando Evans/G1 "Existem dois tipos de mecanismo de explosão. A deflagração e a detonação. O mais comum em áreas de processo é a deflagração, o outro é mais severo. A diferença é a velocidade que a chama se propaga. Na detonação, a chama avança na velocidade do som, ou acima. Na deflagração, abaixo da velocidade do som", diz. O engenheiro químico completa: Quando ocorre a explosão, o 'bang', a onda de choque, chega primeiro que a chama. Na detonação, as coisas se confundem. E o hidrogênio detona!" Área afetada pela explosão na refinaria Replan, em Paulínia. Arte/G1 Prevenção Maior refinaria da Petrobras no Brasil, a Replan começou a ser construída em 1969 e foi inaugurada em 1972. Sua capacidade produtiva com 100% da produção é de 434 mil barris por dia. Após o acidente, a planta opera com 50% da capacidade. Em uma unidade dessas dimensões, investimento em segurança e prevenções são constantes, e a refinaria é monitorada por órgãos reguladores, como a ANP e a Cetesb, por exemplo. "Em primeiro lugar, é desenvolvido um plano de análise de risco, qualitativa e quantitativa, para conhecer os riscos. A explosão tem uma contribuição para o risco, e a Petrobras tem amplo conhecimento disso", destaca o professor. No entanto, sistemas para análise de riscos e eventuais explosões como o desenvolvido na Unicamp não eram disponíveis na época. "Quando a refinaria foi concebida não tinha uma tecnologia dessas, mas ela (Replan) se adequa. Os planos precisam ser renovados de tempo em tempo, por segurança. Até por força de lei, a Petrobras investe muito em pesquisa e desenvolvimento", argumenta. Morador registrou fogo na Replan, em Paulínia no dia 20 de agosto. Reprodução/TV Globo Retomada Como não teve acesso aos dados que provocaram o acidente na Replan, Vianna acredita que a Petrobras ainda esteja tentando "entender" ou "descobrir" os motivos que levaram um dos setores da refinaria a explodir e incendiar antes de retomar 100% da produção. "Enquanto não se souber ao certo o que provocou isso, não tem porque retomar. Não é só substituir as peças. É como se o seu carro desse problema antes de uma longa viagem. Você precisa entender o que aconteceu com ele, para não correr novos riscos", compara Vianna. Veja mais notícias da região no G1 Campinas

Explosão na Replan completa 1 mês; veja o que se sabe e o que falta esclarecer

Refinaria de Paulínia mantém produção parcial desde retomada de atividades, no dia 6. Causas do incidente, prejuízo e dados sobre importações estão entre as perguntas sem respostas. Explosão na Replan completa um mês nesta quinta-feira Reprodução/EPTV A explosão seguida de incêndio na Refinaria de Paulínia (Replan), responsável pelo refino de 20% do petróleo no Brasil, completa um mês nesta quinta-feira (20) com uma série de questões sem respostas, incluindo as causas do incidente que afeta metade da produção de derivados desde 6 de setembro, quando a Petrobras confirmou a retomada de atividades em áreas não afetadas. Veja abaixo o que se sabe e o que falta ser esclarecido sobre o caso De acordo com o sindicato dos funcionários (Sindipetro), a expectativa é de que até o fim desta semana seja finalizado um relatório elaborado pelo grupo criado para apurar a explosão. Ele é composto por um integrante da entidade, um membro da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), e dez especialistas e ocupantes de cargos de chefia designados pela empresa. "Ainda não há previsão de retomada de 100% da carga da refinaria, já que as duas unidades atingidas pelo acidente [uma de craqueamento e uma de destilação] sofreram muitos prejuízos e ainda terão que passar por reparos", informa nota do sindicato. O documento deve incluir um plano de ações, mas detalhes não foram mencionados até esta publicação. Especialista da Unicamp em explosões fala de riscos e precauções Para a entidade, a sobrecarga de trabalho decorrente de um plano de demissão voluntária (PDV) pode estar entre os fatores que resultaram no incidente. A Petrobras, contudo, defende que há "compromisso com a segurança da força de trabalho, operações e instalações", e adota "padrões da indústria mundial de petróleo". Confira, no fim desta reportagem, outros dados da empresa. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) destacou que investiga as causas da explosão e um relatório detalhado precisa ser apresentado em 30 dias pela empresa - contados a partir da data do acidente - mas o prazo pode ser estendido "mediante fundamentação técnica". O órgão regulador das atividades não confirmou, porém, se este pedido foi formalizado. Área da Replan, em Paulínia Reprodução / EPTV O que já se sabe A refinaria possui dois trens de produção que têm a mesma estrutura, e cada um responde por 50% das operações. O acidente foi em um deles, e afetou craqueamento e destilação; A Cetesb multou a Refinaria de Paulínia em R$ 192,7 mil por causa da emissão de poluentes na atmosfera e na água do Rio Atibaia; Para compensar a parada da produção na Replan, a Petrobras confirmou importações de diesel e querosene de aviação; A ANP deu aval para a Petrobras vender gasolina e diesel sem seguir padrões de cor e temperatura; O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) realizou uma fiscalização na área afetada pela explosão para verificar as condições de saúde e segurança em 3 de setembro, e espera entrega de documentos para se posicionar sobre elas; O Ministério Público (MP) investiga se houve danos ambientais em Paulínia; O Ministério Público do Trabalho (MPT) inclui apurações sobre o incidente no procedimento aberto inicialmente para analisar desdobramentos de uma "pane" registrada em 2017 Área afetada pela explosão na refinaria Replan, em Paulínia. Arte/G1 O que falta esclarecer ou não foi divulgado As causas do incidente na refinaria; O prejuízo financeiro provocado pela explosão seguida de incêndio; Qual o custo dos reparos necessários e prazo para que sejam concluídos; Quando a Replan retomará 100% das produção; Qual o investimento nas importações de diesel e querosene de aviação; Resultados de análises do MTE e MPT, além das apurações do MP; Conclusão das investigações realizadas pela ANP; Em plena capacidade, a Replan produz em torno de 415 mil barris de derivados em planta que ocupa 9,1 km². Ela atende mercados do interior de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Acre, Sul de Minas Gerais e Triângulo Mineiro, Goiás, Tocantins e Brasília. Fiscalização na Replan teve início na tarde desta segunda-feira Paulo Gonçalves / EPTV O que diz a Petrobras? A petrolífera não confirmou se solicitou à ANP prorrogação de prazo para entregar o relatório sobre o incidente na Replan, a quantidade de combustível importada e o prejuízo registrado no período. Em nota enviada ao G1, em 13 de setembro, a assessoria da empresa alegou que ainda trabalha no levantamento sobre danos materiais para estimar o valor necessário para recuperar as unidades impactadas na refinaria; e que os trabalhos de apuração continuam em andamento. Além disso, ela confirmou que as conclusões do trabalho executado pela comissão aberta para investigar o caso será apresentada para análise interna e posteriormente à ANP. "A Petrobras reitera que os seus contratos de serviço estão em conformidade com a legislação vigente e cumpre integralmente todas as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego", diz nota. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas

OCDE reduz previsão de crescimento do Brasil em 2018 para 1,2%

Para 2019, estimativa foi revisada para alta de 2,5%, contra 2,8% em relatório anterior. Projeção da OCDE para o PIB é pior que a esperada pelo mercado brasileiro. A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) revisou para baixo suas projeções para o crescimento do Brasil, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (20). A entidade prevê agora que o país irá crescer 1,2% em 2018 e 2,5% em 2019. Em suas projeções anteriores, divulgadas em maio, a OCDE previa que o PIB cresceria 2% em 2018 e 2,8% em 2019. A projeção da OCDE está abaixo da prevista pelo mercado brasileiro. Segundo o útimo relatório Focus do Banco Central, a média esperada pelos economistas de mais de 100 instituições financeiras é de alta de 1,36% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018, após um crescimento de 1% em 2017. Para 2019, previsão é de alta de 2,5%. selo PIB 2 trimestre Karina Almeida/G1 No fim do mês passado, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o PIB brasileiro cresceu 0,2% no 2º trimestre de 2018, na comparação com os três meses anteriores. Previsão para economia mundial também é reduzida A OCDE também reduziu a previsão de crescimento do PIB mundial esperado para 2018 e 2019, apontando que a economia global atingiu seu pico de crescimento. Em sua previsão econômica anterior, de maio, o fórum de políticas baseado em Paris previa um crescimento de 3,8% neste ano e de 3,9% em 2019. "A escalada das tensões comerciais, o aperto das condições financeiras nos mercados emergentes e os riscos políticos podem minar ainda mais o crescimento forte e sustentável a médio prazo em todo o mundo", destacou organização. A OCDE disse que o crescimento do comércio, o motor por trás do avanço global nos anos recentes, desacelerou neste ano para cerca de 3%, ante 5% em 2017, com tensões entre os Estados Unidos e seus maiores parceiros comerciais pesando sobre a confiança e investimentos. Estados Unidos e China Embora os Estados Unidos sejam a fonte destas tensões comerciais, a perspectiva econômica para os EUA foi a melhor entre as economias mais desenvolvidas da OCDE, graças a cortes de impostos e gastos do governo, destaca a agência Reuters. A OCDE manteve sua previsão para o crescimento dos EUA neste ano a 2,9%, mas reduziu sua estimativa para o próximo ano para 2,7%, ante 2,8%. A organização disse que as tarifas de importação dos Estados Unidos estavam começando a ter impacto na maior economia do mundo, estimando que as tarifas já impostas elevariam os preços dos Estados Unidos em 0,3% a 0,4%. Produtos específicos foram ainda mais afetados, com os preços nos EUA de máquinas de lavar saltando 20% entre março e julho, enquanto exportações de automóveis dos EUA para a China recuavam 40% ao longo de um ano. O relatório da OCDE aponta ainda que uma moeda mais fraca até agora ajudou a China - que não é membro da OCDE - a absorver o impacto das tarifas mais altas dos EUA, mantendo sua previsão de crescimento inalterada a 6,7% neste ano e 6,4% no próximo ano.

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